Índice
Introdução
A perda auditiva muitas vezes passa despercebida até que começa a interferir nas atividades do dia a dia. Quando alguém percebe dificuldade para ouvir conversas, sons do ambiente ou precisa aumentar o volume da televisão constantemente, surge uma dúvida importante: qual exame detecta a perda auditiva?
A audiometria é o principal exame utilizado no diagnóstico, sendo um teste simples e indolor que avalia a capacidade de ouvir sons em diferentes frequências e intensidades. Além dela, existem outros exames complementares que ajudam os profissionais a entender melhor o tipo e o grau do problema auditivo.
Qual exame detecta a perda auditiva? Principais exames
A avaliação da audição envolve diferentes métodos que identificam o tipo e o grau da perda auditiva. Os testes oferecem informações sobre qual parte do sistema auditivo está comprometida e como isso afeta a capacidade de ouvir e compreender sons. Entenda os detalhes!
Audiometria tonal

A audiometria tonal é o teste mais comum quando alguém busca saber qual exame detecta a perda auditiva. Nesse procedimento, o paciente fica em uma cabine acústica com fones de ouvido e escuta sons puros em diferentes frequências e intensidades, desde tons graves até agudos.
A tarefa é simples: apertar um botão ou levantar a mão assim que escutar o som. O audiologista utiliza um aparelho chamado audiômetro para gerar esses estímulos sonoros e registra as respostas em um gráfico conhecido como audiograma.
Esse gráfico mostra exatamente em quais frequências a audição está preservada e onde existe dificuldade. Por exemplo, uma pessoa pode ouvir bem sons graves mas ter dificuldade com frequências agudas, o que pode dificultar a compreensão de consoantes como “s” e “f” na fala.
Audiometria vocal (logoaudiometria)
A logoaudiometria avalia a capacidade de uma pessoa entender palavras faladas em diferentes volumes. Imagine a situação: alguém escuta perfeitamente quando os sons são altos, mas mesmo assim tem dificuldade para compreender conversas.
Esse exame detecta justamente essa diferença entre ouvir e entender. Durante o teste, o paciente escuta e repete palavras simples apresentadas pelo audiologista através dos fones.
As palavras vão ficando mais baixas até encontrar o menor volume em que a pessoa ainda consegue entender cerca de 50% do que é dito. Além disso, o profissional testa a compreensão em volumes confortáveis para verificar o índice de reconhecimento de fala.
Logo, quando se pergunta qual exame detecta a perda auditiva relacionada à compreensão, a audiometria vocal é a resposta. Ela complementa a audiometria tonal e ajuda a indicar se aparelhos auditivos serão benéficos.
Imitanciometria (ou impedanciometria)

A imitanciometria avalia como o ouvido médio está funcionando, verificando a mobilidade do tímpano e dos ossículos. Esse exame é rápido e indolor: coloca-se uma pequena sonda na entrada do canal auditivo que emite sons e mede como as estruturas respondem às variações de pressão.
Ressalta-se que a timpanometria, que faz parte desse teste, detecta problemas como acúmulo de líquido atrás do tímpano, perfurações ou rigidez na cadeia ossicular.
Já o reflexo acústico verifica se o ouvido se protege automaticamente contra sons muito altos. Visto que muitas perdas auditivas têm origem no ouvido médio, especialmente em crianças com otites frequentes, esse teste se torna importante no diagnóstico diferencial. Portanto, ao buscar qual exame detecta a perda auditiva condutiva, a imitanciometria aparece como opção relevante.
Emissões otoacústicas (EOA)
As emissões otoacústicas medem sons produzidos pelas células ciliadas da cóclea em resposta a estímulos sonoros. Nosso ouvido interno não apenas recebe sons, ele também emite sinais quando está saudável.
Esse teste coloca uma pequena sonda no canal auditivo que envia sons e capta essas emissões geradas pelas células sensoriais. Quando as células estão danificadas, as emissões ficam ausentes ou reduzidas.
Por isso, trata-se também de um dos principais testes na triagem auditiva neonatal, permitindo detectar problemas nos primeiros dias de vida do bebê. Quando se questiona qual exame detecta a perda auditiva em recém-nascidos, nas EOAs oprocedimento é rápido e não invasivo.
PEATE/BERA (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico)

O PEATE avalia como o nervo auditivo e o tronco encefálico respondem aos estímulos sonoros. Esse exame vai além da cóclea e verifica se os sinais elétricos percorrem corretamente o caminho até o cérebro.
Durante o teste, pequenos eletrodos são colocados na cabeça do paciente enquanto sons são apresentados através de fones. A equipe registra as ondas elétricas geradas em diferentes pontos da via auditiva.
Dessa forma, identifica-se onde exatamente está o problema: no ouvido interno, no nervo ou no tronco encefálico. Quando se busca saber qual exame detecta a perda auditiva retrococlear ou neural, o PEATE é a resposta.
Onde comprar os melhores aparelhos auditivos? Sentire
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Se você tem percebido dificuldades para ouvir, como aumentar o volume da TV, precisar se aproximar para entender conversas ou sentir-se isolado em ambientes com muitas pessoas, é fundamental realizar uma avaliação auditiva.
Na Sentire, essa avaliação é gratuita, rápida e feita por fonoaudiólogos especializados, que identificam o grau da sua perda auditiva e indicam o aparelho ideal para suas necessidades.
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Conclusão: qual exame detecta a perda auditiva?
A identificação da perda auditiva depende de diferentes exames que avaliam aspectos específicos da audição, sendo a audiometria tonal o procedimento mais comum para detectar o problema.
Existem também outros testes complementares como a audiometria vocal, que avalia a compreensão da fala, e as emissões otoacústicas evocadas, especialmente úteis para triagem em bebês. Por sua vez, o potencial evocado auditivo de tronco encefálico permite investigar casos mais complexos que envolvem o nervo auditivo.